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Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Minicípio de São Paulo

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28/08/2017 - 11:31

23º Grito dos excluídos e excluídas

GRITO DOS EXCLUÍDOS LUTA POR MAIS DIREITOS E DEMOCRACIA

7 DE SETEMBRO 9 Horas -  PRAÇA OSWALD CRUZ ESQUINA COM AV. PAULISTA

 

Em todo o Brasil, há no dia 7 de setembro manifestações pela 23ª edição do Grito dos Excluídos.

Em São Paulo a atividade ocorre na Praça Oswaldo Cruz, na Avenida Paulista, à partir das 9 horas. A manifestação seguirá pela Avenida Brigadeiro Luiz Antônio em direção ao Monumento às Bandeiras, ao lado do Parque do Ibirapuera.

O lema deste ano é “Por direitos e democracia”, abordando a luta contra o Governo Temer que insiste em fazer Reformas contra o povo (Trabalhista, Previdenciária), além do crescente desemprego que atinge milhões de famílias brasileiras. Todos esses ataques atingem diretamente o funcionalismo que passa a ser o novo alvo do Governo Temer.

O Sindsep participa da atividade e denúncia, também, a tentativa do prefeito João Doria desmontar os serviços públicos com a política de venda da cidade de São Paulo. Doria não se constrange em anunciar medidas de retirada de direitos de trabalhadores (fechamento de AMAs, fechamento de unidades de saúde, corte de verbas da merenda, corte de políticas sociais e querendo privatizar tudo), bem como não valoriza o servidor municipal, sem reajuste salarial nenhum.

Nesse sentido, é de fundamental importância a participação dos servidores. O grito dos excluídos é o grito dos que não têm ou estão perdendo direitos que chegam por meio de serviços públicos que estão sendo desmontados. Portanto, menos servidores. O ato é um preparo para uma grande mobilização do funcionalismo em todo o Estado que estamos construindo na CUT para outubro.

Doria pensa na cidade como uma empresa que precisa lucrar, enquanto pensamos que a cidade precisa humanizar as relações e ser melhor para cada um dos cidadãos. Isso só é possível com o único processo que apresenta lisura na prestação de serviços à população que é a contratação de servidores públicos por meio de concurso público.

O momento político que vivemos é necessário intensificar o confronto contra a política hegemônica de Doria, Alckmin e Temer, todos intermediários da ideia de entrega dos serviços público para o lucro da iniciativa privada, sem qualquer interesse do benefício da população. Temos que resistir por nenhum direito a menos. O nosso povo não está à venda!

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