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Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Minicípio de São Paulo

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18/08/2017 - 18:02

Servidores rejeitam o 0,01% e se mobilizam contra a política de congelamento de verbas

Assembleia aprova novas formas de enfrentamento ao governo Doria

A Assembleia aconteceu no dia 16 de agosto, no Centro de Formação do Sindsep logo após a reunião dos representantes sindicais de unidade, onde foram debatidas e aprovadas propostas para a campanha salarial e formas de enfrentamento aos retrocessos nos âmbitos municipal, estadual e nacional.

A mesa foi composta por Sergio Antiqueira, presidente do Sindsep, e os dirigentes Vlamir Lima e Conceição Novaes. Com o plenário lotado, Sergio fez ponderações sobre a conjuntura municipal, alertando para o congelamento das políticas públicas que somam um montante de R$ 13 bilhões que ficarão estocados nos cofres do prefeito. Doria insiste no 0,01% alegando um rombo nas contas públicas, rombo com os cofres cheios? Será? Esse dinheiro tem destino e todos sabemos, eleições 2018.

A categoria reafirmou que rejeita o reajuste de 0,01%. O aumento de 10% no vale refeição e 12% no vale alimentação proposto pelo governo será levado ao Fórum das Entidades com o intuito de se estender também aos aposentados. Ficou definida a participação dos servidores no ato do dia 7 de setembro, conhecido como Grito dos Excluídos.

Dentre outras propostas aprovadas em assembleia estão: mobilização na Câmara contra o PL 367 que entrega a cidade de São Paulo a privatização; dialogar com a população sobre o Plebiscito referente ao PL; lutar com o apoio da CUT contra a Reforma da Previdência e os ataques à previdência municipal; unificar a luta para disputar o orçamento, entre outros encaminhamentos.

Sergio deixou claro a importância dos servidores se posicionarem não somente contra o 0,01% mas contra todo o desmonte do serviço público que está exposto no cenário municipal. Doria pretende vender a cidade e terceirizar boa parte dos serviços, para isso promove o sucateamento com o congelamento das verbas. Não podemos abaixar a cabeça, a luta é todos os trabalhadores e munícipes.

 

 

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