Educação

26 de Janeiro de 2022 - 11:01

Casos de contaminação aumentam e começa a faltar leitos de UTI na cidade de São Paulo e região metropolitana: Sindsep envia ofício pedindo uma reunião com SME

O Sindsep enviou no dia 14 de janeiro, um ofício para a Secretaria Municipal de Educação, pedindo uma reunião bilateral para tratar de várias questões relacionadas ao início do ano letivo. 
 
 
Retomada das atividades presenciais nas unidades escolares. Segundo calendário professores retornam no dia 2 de fevereiro e os alunos no dia 7, num momento preocupante, em que a variante Ômicron, gera uma nova onda de contaminação pela Covid-19. 
 
 
Vale lembrar que a vacinação de crianças de 5 a 11 anos segue ainda em passos lentos. As aulas retornarão sem que muitas estejam vacinadas. Além disso não temos vacinas pediátricas para as crianças de 0 a 4 anos e 11 meses, e temos altos índices de contaminação e morte nessa faixa etária, por Covid-19.

 
O Sindsep também quer tratar da revisão dos protocolos sanitários frente a nova onda de Covid -19, surto de Influenza (H3N2) e a Dengue. Diante deste cenário dialogar para que sejam afastadas as trabalhadoras gestantes, lactantes e todos e todas que tenham alguma comorbidade.
 
 
Exigir a elaboração de um Plano de Saúde do Trabalhador em especial com ações preventivas, de encaminhamento nos casos de necessidade de afastamento e estudo das sequelas advindas da contaminação. Reivindicação já acordada em protocolo de negociação, mas que até o momento não foi concebida pelo governo.
 
 
Em meio a tudo isso, as escolas ainda não passaram pela limpeza das caixas d’água, dedetização, desratização e controle de pragas, o que só pode ser feito no período do recesso escolar. 
 
 
Outra questão que merece destaque é a difícil situação pelas quais passam os gestores e quadro de apoio. Neste sentido é importante debater com o governo formas de minimizar a problemática advinda da atuação laboral destes setores da educação.
 
 
O Sindsep como entidade que defende os trabalhadores da educação, é contra a retomadas das aulas presenciais neste cenário e regras definidas para este novo período. Não podemos aceitar que o governo coloque em risco a vidas das crianças, suas famílias e dos profissionais da educação.