Funcionalismo

27 de Julho de 2020 - 10:07

O desmonte de Covisa/Vigilância Sanitária continua

Como se não bastasse todo o desmonte que se faz na vigilância sanitária do município de São Paulo, agora chegou no laboratório de alimentos localizado na Vila Guilherme.

 

Desde o início da pandemia há uma ofensiva de que trabalhadores devem ser removidos para Covisa, na Rua Santa Isabel. Mas para quê? Cada momento é uma justificativa, bem discutível. Agora é para fiscalizar o uso de máscaras na cidade de São Paulo.

 

A quarentena de brincadeira da Prefeitura e Estado continua. Enquanto estendem oficialmente a quarentena, mais e mais a população deve ir à rua, buscar sua sobrevivência, mas com a frota de ônibus reduzida e sem condições sanitárias para tanto.

 

Desde que o novo diretor assumiu a DVPSIS – Divisão de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde, os servidores não têm paz. Ele vem numa ofensiva assediadora de remover servidores para tarefas não definidas, o que define esse governo. Alguém grita em cima e os demais vão gritando para baixo sem nenhum critério, apenas respondem: “quem manda aqui sou eu”. Não tendo justificativas, se utilizam do autoritarismo.

 

As novas vítimas são os servidores do laboratório que são comunicados verbalmente pelo RH que serão removidos em um dia e no dia seguinte já precisam se apresentar no novo local de trabalho, sem nem dar tempo para que possam arrumar suas coisas. Um verdadeiro desrespeito com estes trabalhadores.

 

Estes trabalhadores foram removidos a revelia. Muitos foram transferidos para longe de suas casas, tendo que se deslocar em uma distância maior, isso em meio a uma pandemia, colocando em risco suas vidas.

 

 Mas será que a ofensiva para pôr aí? Ou faz parte do fechamento de equipamentos públicos necessários para organizar a vigilância no município?

 

Entre os removidos se encontram servidores de grupo de risco.