Jurídico

15 de Março de 2018 - 11:03

Departamento Jurídico está a disposição dos servidores agredidos

O Departamento Jurídico do Sindsep acompanhou os servidores/as covardemente agredidos na manifestação desta quarta-feira, 14 de março em frente à Câmara Municipal de São Paulo, por ocasião da votação do PL 621 (PL do extermínio), de autoria em texto substituto do Prefeito João Doria.

O nosso corpo jurídico foi ao 8º Distrito Policial de São Paulo, com uma das vítimas da brutalidade contra os servidores e registrou ocorrência de lesão corporal, em que foi expedida solicitação de exame de corpo delito pelo delegado de Polícia, sendo que constamos no referido documento a agressão sofrida a outros servidores, que pelo quadro clínico, ficaram no atendimento no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM). Onde após se recuperarem minimamente deverão proceder o registro também das agressões sofridas. Assim, nosso jurídico solicitou a autoridade policial que os fatos sejam encaminhados ao 1º Distrito Policial, pela competência, para apuração dos fatos graves amplamente divulgados ontem.

Na data de hoje, nosso Departamento Jurídico estabeleceu contato com o ouvidor geral das policias do Estado de São Paulo, o senhor Benedito Mariano, que irá receber o Sindsep, ainda nesta quinta-feira, junto com os nossos advogados e após ouvir os relatos e receber as imagens de servidores gravemente feridos, informou que determinará a imediata instauração de procedimento administrativo para apurar como se deu a participação da PM na ocorrido.

O Sindsep seguirá dando total apoio a todos/as servidores/as exigindo respeito aos milhares de trabalhadores/as responsáveis diretos pelo atendimento da população de São Paulo.

Além disso se solidariza com os companheiros Francisco de Assis da Suvis M’Boi Mirim, que levou 5 pontos na região da face (queixo), após ser atingido, Marcelo Mazaro e Odirley Diego Alves, ambos da Uvis Vila Prudente, Marcelo recebeu um disparo no peito de bala de borracha e Odirley atingido no pé, além de todos/as covardemente agredidos.  Esse é o resultado do governo truculento de Doria e Alckmin.