Mulheres

06 de Março de 2020 - 10:03

Sindsep participa da aula pública que abre a Caravana das Mulheres da CUT

Sindsep participou da aula pública em defesa da soberania nacional e contra o desmonte das políticas públicas que abriu a Caravana das Mulheres Cutistas, no início da tarde desta quinta-feira, 5 de março, na região central da cidade de São Paulo.

Com o mote “Resistência Tem Nome de mulher – Justiça para Marielle Franco e Marisa Letícia”, a Central Única dos Trabalhadores de São Paulo, subsedes, ramos e entidades, deram início as inúmeras atividades que irão ocorrer pelo estado neste mês, que será marcado como o Mês de Luta das Mulheres.


Foto: Letícia Kutzke/Sindsep

A secretária de Mulheres da CUT-SP, Márcia Viana, realizou a abertura da aula pública. “O retrocesso que estamos vivendo em nosso país tem avançado muito na retirada de direitos da nossa população, dos trabalhadores e trabalhadoras. Estamos chegando na casa dos 13 milhões de desempregados, sendo que as mulheres são a maioria destes desempregados e os empregos gerados hoje são sem qualificação”.

Luba Melo, secretária das Mulheres do Sindsep e integrante do Coletivo de Mulheres da CUT, realizou uma fala na aula pública sobre os desmonte que vem ocorrendo na cidade de São Paulo, pelo governo de Bruno Covas, da luta que foi feita na gestão do Doria, contra a proposta de reforma da previdência dos servidores, que acabou sendo aprovada e da importância do 8 de Março.

"Neste 8 de março não podemos deixar de falar que os ataques às políticas públicas também é um ataque às mulheres. Conhecemos bem as unidades de saúde, educação, assistência social e sabemos que a imensa maioria dos usuários são mulheres, mulheres que acompanham os doentes nos hospitais, as crianças nas creches, são as mulheres que estão nas filas do atendimento da assistência social.", apontou Luba.


Como mote "Resistência tem nome de mulher", CUT deu início as atividades no mês da mulher. Foto: Letícia Kutzke/Sindsep

A CUT irá realizar várias atividades ao longo de todo mês para discutir sobre esse momento sombrio que o país está passando, em que a população está perdendo direitos e as mulheres estão sendo muito prejudicadas com a perda de políticas públicas importantes. Por isso, a importância de todos/as estarem no ato do dia 8 de março, às 14 horas, na Avenida Paulista, altura do nº 1853.