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02 de Maio de 2018 - 11:05

Nota de solidariedade

Vivemos o 1° de Maio de 2018 em um contexto de agravamento da crise política, econômica e social que atinge o país. 
 
Hoje acordamos mais tristes ainda, pois presenciamos o drama de milhares de familias que foram vítimas do desabamento do prédio Largo do Paissandu, na cidade de São Paulo.
 
O drama vivido nessa data, pela tragédia anunciada,  reflete a realidade de milhares de pessoas que cotidianamente sofrem pelo déficit habitacional  e a ausência de políticas públicas de moradia, que possam suprir essa demanda.
 
Nos governos Lula e Dilma, tivemos uma verdadeira revolução com o Minha Casa Minha Vida.
 
Foram várias modalidades desse programa habitacional, ampliando os investimentos como jamais visto na história do país, propiciando às pessoas de forma geral o direito à moradia digna, especialmente as de baixa renda. 
 
Por ir ao encontro dos interesses populares, encarceraram Lula, a maior liderança popular e operária das últimas décadas, em uma prisão política, sem qualquer prova dos crimes que o acusam.
 
Agora vivemos o retrocesso com o Golpe de Estado patrocinando pelas forças  conservadoras, que empurram novamente inúmeras famílias para situação de buscar moradias precárias em áreas de risco e acaba por distanciar do povo o direito sagrado de morar com dignidade.
 
Por tudo isso, expresso minha profunda SOLIDARIEDADE às vítimas do desabamento, aos familiares, amigos e a todos/as, que ainda buscam realizar o sonho da casa própria. Me comprometo ainda mais a continuar lutando por justiça social com moradia digna, para que chegue o dia que não teremos mais tragédias como a ocorrida na data de hoje.
 
São Paulo, 1° de maio de 2018.
 
PAULA LEITE
Presidenta da CONTRAM/ISP (Confederação de Trabalhadores e Trabalhadoras Municipais das Américas)