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07 de Fevereiro de 2020 - 17:02

Sobre as declarações do ministro Paulo Guedes: QUEM É PARASITA?

Paulo Guedes, ministro da Fazenda, ao defender a reforma administrativa em palestra realizada na Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas, nesta sexta-feira (7), afirmou que “o hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático”, referindo-se aos servidores públicos.
 
 
Esse ministro, para quem não sabe, é o mesmo que esteve há 30 anos no Chile e aplicou uma reforma da previdência naquele país, que hoje leva milhões às ruas exigindo o restabelecimento da previdência pública e solidária. Paulo Guedes é banqueiro, vive da especulação financeira, talvez por isso use a palavra “parasita”, pois é o que vê diariamente no espelho.
 
 
O ministro, braço direito do presidente Jair Bolsonaro, quer, na verdade, acabar com os serviços públicos para destinar as verbas públicas ao setor privado. Ele já anunciou que pretende acabar com o SUS, dar “voucher” na educação para alunos se matricularem em escolas privadas e cortar verbas das universidades. O que esse governo tem como meta é destruir os serviços públicos.
 
 
A melhor resposta que vamos dar, ao senhor ministro Paulo Guedes e para o governo Bolsonaro, é no dia 18 de março pararmos os serviços públicos nacionalmente e dizer claramente: os serviços públicos são os pilares de uma nação. Os servidores exercem o papel fundamental de atender o povo em nossa sociedade. Quem sabota o atendimento da população e entrega os recursos públicos aos parasitas do mercado financeiro é esse governo de conjunto.
 
 
Na cidade de São Paulo, estamos há anos sem reajustes salariais. Dia 18 de março será o momento de exigirmos do governo a recuperação de nossos salários com um verdadeiro reajuste, reestruturação das carreiras e respeito aos aposentados.
 
 
Para darmos um recado ao ministro, complete a frase: PARASITA É _____.
 
 
 
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