Saúde

04 de Abril de 2019 - 10:04

Dia Mundial da Saúde é dia de defender a saúde pública da cidade de São Paulo que pede socorro

A cidade de São Paulo, está sofrendo um grave desmonte na saúde, com a reestruturação do SAMU e com a possibilidade de hospitais municipais serem administrados pelo Estado, inclusive o Hospital do Servidor Municipal

 

A saúde pública no Brasil sofre com os desmontes promovidos pelo governo, principalmente depois do sansão da EC 95/2016 que congela os recursos públicos em saúde, educação e assistência social por 20 anos.

 

O governo de Jair Bolsonaro (PSL) nem havia tomado posse quando contribuiu para agravar ainda mais a falta de médicos em regiões periféricas do país, quando promove o rompimento da parceria dos Mais Médicos, com Cuba. Deixando milhares de brasileiros desassistidos.

 

SAMU na cidade de São Paulo

Na cidade de São Paulo, sobre a gestão de Brunos Covas (PSDB), os ataques a saúde não param. O governo quer promover uma reestruturação das bases do SAMU, transferindo as bases para locais sem condições adequadas de higienização das ambulâncias, dos uniformes e sem locais de descanso adequados aos trabalhadores que encaram jornadas de trabalho de 12 horas.

 

Hospitais Municipais podem ser administrados pelo Estado

O prefeito também quer transferir ao menos 10 hospitais municipais para o Estado, com a desculpa de economizar, porém a Prefeitura não está com falta de verbas. Passar os hospitais da cidade de São Paulo para as mãos do governo do Estado é uma estratégia dos governos da cidade e do Estado, integrantes do mesmo partido, para ampliar a terceirização/privatização da saúde por meio das Organizações Sociais da Saúde. 

Por isso, a importância de todos, servidores da cidade de São Paulo e população de participarem, na manhã desta quinta-feira, 4 de abril do ato unificado pelo Dia Mundial da Saúde, às 10 horas, na Praça da Sé.