Saúde

12 de Julho de 2019 - 13:07

Sobre os atrasos no socorro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na cidade de São Paulo

Os diferentes relatos de casos de atrasos no atendimento de cidadãos paulistanos por parte do SAMU são um produto direto da política de desmonte patrocinada pela administração municipal do prefeito Bruno Covas (PSDB).
 
 
A reestruturação do SAMU desenvolvida pela Secretaria Municipal de Saúde na Portaria 190/2019 desmontou o planejamento logístico das bases modulares do SAMU e empurrou os trabalhadores e trabalhadoras para locais inapropriados como foi verificado pelo relatório da comissão de trabalhadores do SAMU que visitou todos os novos "pontos de atendimento" abertos com o fechamento das bases.
 
 
A decisão da prefeitura de fechar as bases modulares foi realizada sem nenhum estudo técnico/logístico e teve como base apenas a redução de custos dos contratos das bases.
 
 
Diferentes reportagens dos meios de comunicação expõe que neste momento o tempo médio de atendimento das chamadas aumentou.
 
 
Nossa verificação das condições de trabalho dos servidores do SAMU demonstra uma enorme degradação das condições de atendimento à população. 
 
 
O trágico incidente de atraso no socorro do trabalhador do serviço de entregas é produto deste desmonte e responsabilidade direta da Coordenadoria de Regulação sob comando de Marcelo Takano e da administração municipal do prefeito Bruno Covas (PSDB).